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Cio.. - Mickwald

Summary:

(For those who are not native speakers of Portuguese, I recommend downloading the Google Translate browser extension to have a good experience: https://chrome.google.com/webstore/detail/google-translate/aapbdbdomjkkjkaonfhkkikfgjllcleb?hl=pt-br )

Fazia alguns anos desde que Ortensia havia deixado Oswald, seu Ômega, após se sacrificar pelo marido. O pobre coelho nunca superou estar longe de sua alfa, mas então, quando seu irmãozinho mais novo pentelho chegou em Westland, ele nunca pensou que teria que enfrentar um cio enquanto o irmão ainda estava lá.

Ele só não imaginava que o próprio irmão era um alfa, e isso deixou a situação no mínimo estranha.

Notes:

Ohhhh boyyy, eu pensei nisso quando eu pensei o seguinte, por que o Oswald e a Ortensia tem 420 filhos se o Oswald não foi quem deu a luz a eles? Hah! Só lembrando, isso é consensual, mas vai tem uma bela dose de BDSM, não na questão deles usarem brinquedos sexuais, mas sim, algumas palavras sujas saindo da boca de personagens tão icônicos e infantis. Aproveitem e....

 

Bom pecado ~~

(See the end of the work for more notes.)

Chapter Text

 Aquela era mais uma das manhãs que ele se lembrava, mais uma das manhãs em que Oswald se questionava seriamente do porquê ele estava ainda naquele mundo. Ele, o Blot, sua esposa, seus filhos, por que aquilo tinha que ter acontecido? Se ele só pudesse.. Se ele só tivesse pulado naquela jarra..

 

 

 Mas aquela não era a hora de lamentar, não, definitivamente não. Agora, seu irmão mais novo (aquele que tirou tudo de sí) estava em Westland, e procurando incansavelmente por ele; não é como se ele estivesse fugindo – não, nunca. Ele? Fugir do encontro do irmão mais novo? Hah! – ele só queria ver o quão longe o pirralho iria só pra chegar a implorar sobre seus pés.

 

 

 Chegava a ser irônico, que todos naquela Terra perdida só falavam o nome do rato desde sua chegada. Talvez, eles tenham apenas se esquecido quem foi que fez daquele reino um lugar aconchegante para todos, quem foi que mais lutou na guerra contra o Blot, quem, no final de contas, liderou aquele povo tão sofrido, tudo para que eles pudessem ter uma boa vida após o trauma do esquecimento. Quem era aquele Mouse comparado a ele!? Oswald foi quem lutou por aquelas pessoas, foi ele, e não aquele invasor, foi ele, ele!

 

 

 

 Levantando de seu sofá – e mais uma vez, ele havia dormido no sofá abraçado com a boneca que sua esposa lhe dera – ele percebeu que suas orelhas permaneciam baixas. Ele curiosamente estava mais sensível nos últimos dias, ele não sabia explicar se era porque estava próximo da data da morte de sua esposa, ou por conta do....

 

 

 

 OH!

 

 

 Merda.....

 

 

 

 

 O cio. . .

 

 

 

  Sério?? Ele, estar próximo do cio? Logo naquele dia?

 

 Normalmente, ele mesmo teria um calendário para aquele tipo de coisa, mas com a bagunça dos últimos dias, ele não sabia nem onde havia o colocado, nem quantos dias faltava para o seu período mais sensível.

 

 

 

 De qualquer forma, aquele definitivamente não era um dia bom para se preocupar com coisas tão fúteis, então, ignorando seus pensamentos, ele foi se dar um trato porque estava louco para o momento em que seu irmão viesse rastejando para o seu covil. 

 

 

 

 Então, após arrumar a sua sala e dar as ordens aos seus subordinados, ele estava pronto para esperar a chegada de seu querido e amado irmãozinho.

 

 

 


 

 

 

 Não é como se o calor de seu corpo estivesse aumentando gradativamente por conta de seus pensamentos intrusivos. Não, ele estava apenas ansioso pra finalmente retribuir tudo o que aquele rato imundo lhe fez durante todos esses anos.

 

 Tudo aquilo o que fez a sua vida despencar, ele lhe tirou os holofotes, seus fãs, a sua casa, a sua família, a sua vida.

 

 

 E até mesmo o seu coração.

 

 

 

 

 Argh! Só de pensar isso o amargurava, como aquele maldito que lhe fez tanto mal, mas ainda agindo como se fosse o herói da história? O verdadeiro herói era Oswald, quem sempre esteve lá para os desenhos esquecidos.

 

 

 O calor, seu corpo parecia estar cada vez mais cansado, algo como uma chama havia acendido, mas ele não sabia o que fazer.

 

 

 Ele rezava para que não fosse o cio, por Walt, ele andava em círculos pela sua sala só esperando que aquele calor passasse, sentir seu rosto esquentando não poderia ser consequência da ansiedade. Ele precisava de um alfa, precisava, aquilo era..

 

 

 BAM!!!

 

 

 Um arrepio percorreu a sua espinha, não, agora não. Ele viu a porta de seu covil ser aberta, e a silhueta do camundongo se formar. Ele simplesmente. não. podia. aparecer. Pelo menos, não agora.

 

 

 

 Oswald tentava, mas estava seriamente muito difícil ceder àquela tentação. Seu irmão... Seu querido irmãozinho. Droga! Ele nunca havia visto aquele rato como outra coisa a não ser um maldito traidor sujo. Mas agora, ele enxergava outra coisa, ele o enxergava com outros desejos...

 

 

 

  ...alfa 

 

 

 

  Era difícil distinguir quais pensamentos eram seus e quais eram consequências do cio. Ele queria o irmão. Queria aquele corpo pequeno – menor que o seu próprio –, queria ser aquele a receber tudo o que o mouse tinha para dar e....

 

 

 

 

 Seus shorts azuis não eram mais capazes de lhe suportar. Suas orelhas estavam baixas e as bochechas coradas. Ele estava com as pernas bambas implorando para que o irmão não tivesse visto-o naquela situação.

 

 

 — Oswald. . ?

 

 

 

 Oh não... Tarde demais.

 

 

 

 

 O coelho avançou para cima dele, a porta atrás de si já havia se fechado, e Oswald percebeu que Mickey não estava junto daquele gremlin irritante. Eram só eles dois naquela sala...

 

 

 

 — Oswald? O qu- – e ele foi interrompido com o cheiro forte que exalava, algo como canela, mas que também poderia ser facilmente confundindo com o diluente. Thinner, era um cheiro forte e corrosivo, tão enjoativo para um toon comum, mas para Mickey, ele sabia que este era nada mais nada menos do que o cheiro do cio de Oswald, ele estava o chamando, implorando pelo seu corpo.

 

 

 — M-Mickey! Eu não aguento.. por favor, acabe com isso! Eu estou tão quente e.. e-- Oh.. Pelo amor de Disney, eu quero o seu corpo Mickey Mouse! Por favor, dê-me um pedaço do meu maior pecado, me dê um pedaço da minha perdição, me dê o paraíso!

 

 

 

 Mickey mal conseguia processar seus pensamentos. Aquele era Oswald, rei de Westland, deitado em seu colo esperando para que ele lhe fodesse. Sabe sei lá até quando. Mickey nem ao menos sabia o que eles eram direito, amigos ou inimigos, ou do porquê o coelho tinha tanta raiva de si. Mas uma coisa era certa, todas essas perguntas não poderiam ser respondidas com Oswald naquele estado. Ele tinha que dar um jeito naquela situação, senão, como ele poderia ter certeza de quando ele poderia voltar para casa?

 

 

 Sem que ele percebesse, ele sentiu um calor umído em sua boca. Aquele era Oswald, o beijando, tão necessitado e com as bochechas coradas.

 

 

 

 

 Ele beijou Oswald.

 

 

 

 E, antes que pudesse ao menos processar, ele viu aquele maldito coelho subir em cima de sí, ficando de quatro por cima de Mickey enquanto o encurralava num beijo molhado. Aquele cheiro, aquele corpo.. Todos aqueles..... Sentimentos reprimidos.

 

 

 

 

 Foi tudo demais pra ele.

 

 

 

 O suficiente para despertar o alfa que tanto buscava sair de seu interior.

 

 

 Então, ele avançou no pobre coelho. E com um olhar de predador (por mais que ele fosse apenas um camundongo) ele chupou o seu pescoço com voracidade. Ouviu o outro gemer por mais, e não estava disposto a parar por ali.

 

 

 

 Ele sabia que alguns dos guardas - baralho estavam literalmente a uma porta de distância. Mas quer saber? Que se foda. Ele iria transar e foder aquele coelhinho safado até que não houvesse mais nenhuma dúvida de que ele teria mais alguns 200 filhotes.

 

 

 

 Suas línguas dançavam dentro da boca um do outro. E Oswald, por mais que fosse mais alto, se encaixava quase que perfeitamente no colo de Mickey.

 

 

 


 

 

 

 Os amassos continuaram, e logo Oswald percebeu que estava no sofá com o irmão em cima dele.

 

 

 Sim, irmão. Ele nem tinha certeza se Mickey sabia, mas com certeza era algo humilhante demais.

 

 

 Ele não aguentou ficar apenas nas provocações, e logo o seu shorts azul-celeste estava no chão; quando tomou consciência disso, ele escondeu seu rosto avermelhado. Mas não era como se Mickey também não tivesse feito o mesmo, e quando o coelho levantou o olhar, ele não conseguia mais para de olhar para o pênis médio do irmão pingando após a visão dele mesmo nú.

 

 

 — Oh... Ozzie... Você não deveria ter me subestimado assim. Agora, sou eu quem estou por cima, e você, puta, eu vou foder esse seu cuzinho até amanhecer.....

 

 O ômega de Oswald não podia aguentar de felicidade, seu irmão, seu próprio irmão mais novo. Também tinha aquele desejo sujo e pecaminoso. Quando o Mouse disse aquela frase, era óbvio que era seu alfa falando por ele; a entonação de sua voz, o jeito que ele falava... Oh! Isso só fez o ômega ficar ainda mais excitado com a situação.

 

 

 

 Não demorou muito até a foda começar. Mickey tirou as suas luvas e logo esfregou dois dedos na entrada molhada de Oswald, enfiando primeiro o dedo do meio, e depois o anelar.

 

 

 

 Era uma massagem gostosa e insanamente prazerosa. Mas nada se comparou a quando ele atingiu a sua próstata. O gemido saiu tão alto que era um milagre que os guardas não tivessem ouvido. O outro então fez questão de estimular mais aquela área com os dedos, fazendo um movimento circular muito gostoso dentro da bunda do irmão.

 

 

 

 

 

 Oh céus.. ele estava babando de tesão, e estava de quatro em cima do sofá empinando bem a bunda em direção ao irmão. Do qual posicionou bem o seu pau grosso e meteu tudo de uma vez. O mais velho praticamente berrou, mas berrou de tanto tesão, tanta excitação. Lágrimas escorriam pelos seus olhos e baba pela sua boca; ele não podia deixar de por a sua língua de fora e olhar fixamente pra cima feito uma vagabunda implorando por uma rola (coisa da qual ele era, mas nunca admitiria para si mesmo).

 

 

Enquanto ao Mouse? Ele adorava o som de cada estocada quando seu pau batia na bunda do coelho. Naquele momento, seu cu já estava todo lambuzado de porra e mal podia esperar o momento em que ele gozasse dentro dele.

 

 

 

Oh? Ele não contou? Oswald fugiu dele por toda Wasteland, fez um drama gigantesco e desnecessário somente por ter sido esquecido. É claro que perder a sua casa era algo horrível, mas ele ainda tinha uma família lá que se importava com ele, e que sempre estaria lá pra onde quer que ele fosse.

 

 

 

 O som dos gemidos do seu Ozzie era música para seus ouvidos, ele berrava “Vai Mickey! Mete essa rola grossa no meu cu! Arromba o meu buraquinho safado seu idiota!” e é claro que ele não poderia recusar um pedido daqueles. Ele sentia que estava alargando tanto aquele buraco que logo quando ele tirasse o seu pau ele ainda ficaria bem aberto e exposto, deixando bem claro o estrago que Mickey Mouse fez naquele cuzinho gostoso.

 

 

 Então, veio o orgasmo de Oswald. Ele gemeu alto e arrastado enquanto seu pinto lançava jatos de um esperma quente e pegajoso. E claro, o de Mickey também não demorou muito, mas ele não resistiu a vontade de atar aquele rabinho só para si, e garantir que houvessem ainda mais chances do coelho sortudo engravidar.

 

 

 Quando ele o fez, e quando finalmente chegou ao seu ápice, ele mordeu forte a nuca do mais velho, deixando lá a marca que uniria as suas almas pelo resto da eternidade.

 

 

 Mas... Oh, ele não queria isso. Ele só queria se vingar de Oswald. Mas não era a sua intenção deixar a sua marca nele. Era até mesmo surpreendente que Oswald ainda não tinha nenhuma marca, mas também era desesperador que agora Mickey havia deixado nele.

 

 

 

 Quando o nó terminou, ambos só caíram desmaiados no sofá, Mickey por cima, e Oswald pelado. Ambos sem roupa.

 

 

 


 

 

 

 A manhã teria começado deprimente como as outras, mas de uma maneira estranha, Oswald se sentia estranhamente bem. A sua cabeça ainda falhava e ele não sabia dizer bem o que havia acontecido na noite anterior, era tudo um branco.

 

 

 Até que, ele percebeu que havia um peso em cima dele, e ele saltou quando viu que era o rato! Aquele rato. Mas ele quase desmaiou mesmo quando viu o estado daquela sala, os dois estavam sem roupa, nus! E havia esperma seco espalhado por todo o sofá, o sofá que eles estavam deitados!! E como se não pudesse piorar, os shorts tanto de Mickey quanto de oswald estavam no chão. O que diabos havia acontecido na noite anterior!?

 

 

 Com o rosto vermelho de raiva, o coelho deu um grito e quase pulou em cima do camundongo. Esse do qual acordou tão assustado num pulo só! (Por mais que ele não quisesse admitir, Oswald sentiu pena dele naquele momento), e então , logo se acalmou para continuar a bronca:

 

 

 — O que. Aconteceu. Aqui? – ele perguntou com pausas bem explícitas, deixando o mais novo confuso até que as memórias voltassem e seu rosto poderia ser confundido com um tomate.

 

 

 — E-E-Eu.. Noite passada.... Eu e você.... Nós...... 

 

 

 Não era preciso dizer mais nada. Estava óbvio que eles transaram. Oswald não fazia sexo desde que sua doce alfa Ortensia havia tido a sua tinta sugada e foi transformada em pedra pelo Blot.

 

 

 Mas também parecia estar claro que o mais novo não sabia de muuuuiita coisa. Então, era hora de esclarecer os fatos.

 

 

 — Mous- quer dizer.. Mickey. Eu sei que não foi sua culpa, dessa vez não. Eu estava no meu cio e não tinha nada da qual você pudesse fazer – ele disse enquanto se virava de costas para o outro e vestia seus shorts.

 

 

 — Han...? Desculpe? Quer dizer, eu poderia só não ter feito... Coisas, com você? Q-quer dizer.... Eu nem sei o que nós somos direitos, se somos amigos ou inimig-

 

 

 — Nós somos irmãos. Mickey – ele deu ênfase no "irmãos" enquanto se virava para o rato que imediatamente fez uma expressão horrorizada.

 

 

 — D-Desculpe.... Como é...? – dava pra ver o suor escorrendo pelo seu rosto, e o quanto a sua boca tremia demais para ele dizer qualquer coisa maior do que um simples "o quê?".

 

 

 — Mickey... Nós dois somos filhos de Walt. Não só de Walt, mas de Ub Iwerks também. Eu fui criado primeiro do que você, mas isso não anula o fato de que ambos temos os mesmos pa-

 

 

 — Você está brincando? – ele disse finalmente se levantando do sofá. — Quer dizer... Por todos esses anos eu sempre tive um irmão, mas eu nunca sequer soube da existência dele porque... Hm... Porque sim!?

 

 

 — M-Mickey, garoto, eu sei que isso pode ser complicado de entender ma-

 

 

 — E eu transei com ele! – ele disse finalmente olhando Oswald nos olhos — eu fodendo trepei com o meu irmão mais velho só por causa da porra de um extinto! O que poderia ser pior do que isso!? Huh?? Diga-me, Oswald!

 

 

 — M-Mickey...... Eu... Eu ....... – ele tentou olhar, mas logo desabou quando viu aquele olhar incrédulo do irmão, e caiu de joelhos.

 

 

 — Mickey... Eu sinto muito.... – Ele chorou enquanto abraçava os próprios joelhos no chão, e logo sentiu uma mão em volta de seu pescoço.

 

 

 — Não... Ozzie.... Quem tem que sentir muito sou eu. – ele apoiou a cabeça de seu irmão no vão do seu pescoço, e fez um carinho na sua nuca. Mas não demorou muito até ele sentir uma leve marca no pescoço do irmão.

 

 

 — Oswald...? – ele afastou o irmão de seu corpo. E prestou mais atenção em sentir aquilo no pescoço do mais velho.

 

 — O quê? O que foi..? – Ele também tocou em sua nuca, e também tomou um susto quando sentiu aquele relevo na pele.

 

 

 — Vire-se.

 

 

 Então, Mickey pode ver. Aterrorizado, ele não sabia como contar, ele não sabia como podia explicar pra Oswald que...

 

 

 — É uma marca.... Não é...? – ele ouviu o mais velho dizer num tom baixo e triste, e não tinha como mentir pra ele, então ele afirmou num "uhum...." igualmente baixo.

 

 

 — M-Mickey.... – ele se virou novamente para o irmão. — Você... Lembra se..... Noite passada, v-você... – sua boca estava seca, ele não sabia como perguntar.. só.... — você se lembra se você... Me engravidou...? 

 

 

 

  Então. Seu mundo caiu, e a lembrança da noite anterior o acertou como um tiro. Seus olhos se encheram de lágrimas, e os de Oswald também. E ambos se abraçaram.

 

 

 Como um simples instinto poderia mudar tanta coisa? Uma marca... Uma gestação... Um relacionamento...... Tudo vindo de uma única relação.....

 

 

 

 Uma relação incestuosa..

 

 

 — O-Oswald... Eu prometo... Eu juro por Walt. Eu nunca, nunca, na minha vida, vou deixar você. — mesmo banhado em lágrimas, Oswald se voltou para olhar pra ele — Eu não vou deixar nem você... Nem nossos filhos. E-Eu não posso fazer isso... Eu não vou.... Eu .. eu .....

 

 

 

 

 

 

 

 “Eu vou ficar em Westland pra sempre.”

Notes:

Hmmm.. será que no final das contas Oswald realmente ficou grávido? Como será que Ortensia iria reagir a tudo isso? Hah! Eu não sei, porque essa história é de capítulo único, e creio que nunca conseguiremos respostas...