Chapter Text
Depois de um dia frustrante no trabalho - sinceramente, como ele quebrou um computador novinho? - Namjoon caminhava por um parque para desestressar em um horário um tanto quanto tarde. Mas não tarde demais, pelo que parecia. O Kim andava olhando para as estrelas que brilhavam no céu noturno quando trombou com algo, ou melhor, com alguém.
O lindo cachorro de pelo dourado que trombou com ele era adorável, e antes que Namjoon pudesse se abaixar e coçar atrás das orelhinhas do cachorrinho, esse último começou a esfregar a cabeça e o rosto nas coxas do Kim enquanto balançava o rabinho. Namjoon achou isso tão fofo que não teve escolha se não levar o cachorro para casa. Ele tinha uma coleira mas nela não havia nome, havia um pingente dourado em forma de coração com dois símbolos, uma na frente - um coração perfurado por uma flecha - e outro atrás - o que parecia ser um osso de cachorro cheio de... baba? - e nada mais. Como não havia ninguém por perto - ninguém chamando um nome ou parecendo ter pedido um cachorro -, achado não era roubado, e pra um cachorro tão fofo como esse, Namjoon não estava nem aí se o que estava fazendo era errado.
Seu Byeol - nome que ele ficou muito feliz em pensar sozinho, obrigado - era todo dele agora.
O banho quente quase fez Namjoon derreter no box espaçoso. Apesar de ganhar muito bem - e sua casa refletir isso -, seu trabalho era proporcionalmente estressante. Mas o banho conseguiu aliviar a maioria dos seus músculos cansados. Ele se jogou nu na cama e ficou apenas aproveitando o vapor quente que ainda saia do seu corpo antes de se levantar e fazer o jantar para ele e seu lindo Byeol, já que claro, ele não tinha comida de cachorro em casa.
Namjoon estava naquele estado de quase sono, flutuando entre a consciência e a inconsciência e não ouviu a porta ser aberta - ou de forma mais correta, apenas empurrada -. Até que ele sentiu uma língua maravilhosamente molhada e áspera na medida perfeita lambendo o seu pau como se ele fosse absurdamente delicioso. Até a força com que a língua passava em si dava essa impressão. Depois de alguns segundos aproveitando o que poderia ser o melhor boquete - seu cérebro sonolento achava que essa não era a palavra correta para descrever lambidas, mas dane-se - que ele já teve na vida, até perceber que ele era a única pessoa na casa.
O moreno levantou a cabeça de supetão - ele estava assustado mas não a ponto de mexer o resto do corpo e arriscar perder aquela sensação maravilhosa - e olhou para baixo. E ali estava seu doce Byeol, lambendo sua piroca grossa como se fosse seu picolé de seu sabor favorito com seu rabo felpudo balançando todo feliz. Sua cabeça girava com o prazer lhe rasgando o corpo e com o quão errado essa situação era, no entanto era bom, muito bom, mas ele devia impedir seu Byeol, ele provavelmente estava com fome e não quis fazer iss-
O cachorro colocou todo o pau pra dentro da boca.
Duas coisas se passaram pela cabeça de Namjoon.
Primeiro, ele achava que podia morrer assim, era gostoso pra caralho, nenhum homem ou mulher que ele já fodeu tinham buracos tão gostosos assim, muito menos suas bocas. Ele faria qualquer coisa pra foder pra sempre essa focinho quente e molhada.
E segundo, o pânico daqueles dentes afiados o envolveu.
E sumiu um segundo depois.
A língua de Byeol o lambia e chupava por todo o seu comprimento, enquanto uma boa parte do caralho grande estava dentro da garganta quentinha do cachorro. Essas coisas levariam qualquer pessoa a pensar que o cachorro estaria desesperado por ar, querendo que o objeto intruso simplesmente saísse, mas esse não era o caso. Muito pelo contrário. Seu maior medo, os dentes, basicamente não encostavam no seu caralho pulsante e quando encostavam, eram tão de leve que pareciam uma carícia, deixando o boquete - agora sim - ainda mais gostoso. E quanto à precisar respirar? Byeol parecia estar no céu enquanto continuava a mexer a língua e mover a cabeça para cima e para baixo tão bem quanto conseguia.
E qualquer receio que Namjoon tinha acabou de virar a esquina e sumir. Ele só conseguia olhar para o seu doce Byeol e ver a baba escorrer da boca dele e melar sua pélvis.
- Oh bebê, você chupa tão bem o pau do papai... - Namjoon deu uma estocada de teste para ver se Byeol ia engasgar, mas isso só fez com que a sua cauda dourada e peluda balançasse mais rápido. - Bom... Chupa meu caralho tão bem, Byeol, você vai deixar eu foder sua boquinha de cachorro não é? - o mais velho falava sujo enquanto fazia carinho na cabeça peluda até que decidiu que já era o suficiente para ele - e para o cachorro safado - e envolveu as mãos na cabeça de Byeol, entrelaçando seus dedos no pêlo macio e tendo a certeza de não o estar machucando antes de começar a se divertir.
Quando Namjoon deu sua primeira estocada à sério e viu que seu adorável cão não fez nenhum movimento para se livrar da piroca grossa na garganta, o Kim jogou qualquer preocupação para cima e deixou o tesão o guiar. Ele começou a foder a boquinha do seu já tão amado cachorro como se estivesse fodendo a buceta de uma prostituta de um beco qualquer. Era tão gostoso que ele poderia morrer. Era quente e molhado e seu doce Byeol não o machucava nem um pouquinho, pelo contrário, sua boca estreita de cachorro e sua língua levemente áspera agarravam o pau rosado como se ele fosse feito para estar ali.
Os quadris do Kim se moviam rápido, pensando unicamente em seu desfazer no seu mais novo melhor amigo e quando seus olhos se abriram levemente, Namjoon sabia que não ia durar mais. Seu lindo - e delicioso, Namjoon percebeu - Byeol, estava com os olhos pesados, com sua cauda se esforçando para balançar. O primeiro pensamento do moreno foi que tinha exagerado e seu bebê não estava respirando direito. Mas ele percebeu que esse não era o caso. Byeol estava tão excitado quanto ele, se o pau grande, grosso e vermelho que pingava pré-gozo na cama significava alguma coisa, e ele estava drogadinho de tesão pelo papai de pau grosso que o havia adotado e estava fodendo seu focinho.
Será que isso poderia ser considerado amor à primeira vista? Namjoon achava que sim.
Foi sem conseguir tirar os olhos do pau vermelho do seu doce Byeol que Namjoon esporrou tão gostoso que ficou fora do ar por vários segundos. Ele só sentia toda a sua porra grossa - e era muita, Byeol podia confirmar - vazando da sua piroca grossa que pulsava tanto que parecia tremer. Byeol tomou tudo como um bom garoto, e o que escorreu pela pica rosada do seu papai ele lambeu também, ele estava tão feliz por fazer sexo com seu papai.
Quando Namjoon desceu da névoa pós orgasmo e se viu ainda duro com seu bebê sentadinho - e com aquele pau delicioso ainda duro e pingando, mas totalmente submisso - esperando por ele, Namjoon nunca poderia agradecer o suficiente por ter quebrado alguma coisa.
- Meu cachorrinho lindo, deixa o papai provar sua boca gostosa cheia da minha porra, sim? Sua língua ficou uma delicia no meu pau e deve ficar uma delicia na minha boca, meu cachorro putinha... – Byeol quase parecia saber o que Namjoon estava falando, ou se não soubesse, ao menos sabia que estava sendo xingado e diminuído, coisa que ele parecia estar adorando, se sua cauda balançando rápido e seu jeito animado fossem um indicativo.
Então o Kim se impulsionou para frente, sem quebrar o contato visual com seu bebê que ele já sabia ser seu novo vício e começou a beijá-lo. Namjoon chupava a língua longa enquanto ela se arrastava contra a dele, ele cuspia dentro da boca do seu precioso Byeol enquanto ele enfiava sua língua comprida dentro da dele. Após vários minutos apenas se beijando de forma tão suja quanto conseguiam, eles se separaram. Era difícil dizer quem estava mais ofegante. Namjoon, cheio de saliva - dele e do seu cachorro adorável - escorrendo pelo queixo e pingando na cama, ou seu lindo Byeol, que tinha seu focinho todo melado da baba dele e do papai.
- Bom garoto, você tem uma língua tão fogosa quando eu tenho certeza que o resto de você deve ser, meu Byeol – Namjoon disse com os olhos pesados de luxúria enquanto acariciava a cabeça do cachorro fofo. – Tão gostoso... – Ele divagava, seu pau que não havia amolecido em momento nenhum pulsando novamente ao admirar seu bebê.
O mais velho estava tentado a fazer muito mais coisas com seu cão gostoso, mas sua barriga roncando lhe chamou. Ele olhou pro lindo Byeol e com um afago na cabeça peluda - quase tremendo de vontade de bombear aquele pau grosso vermelho - e se levantou, indo em direção à cozinha, com seu cachorro o seguindo.
Namjoon sabia que precisava estar com a barriga cheia para o que planejava para a noite
